Depois de início avassalador, com 10 pontos conquistados de 12 possíveis no Brasileirão, o Vasco vive período de jejum sob o comando de Renato Gaúcho. São cinco jogos sem vencer – três pelo torneio nacional e dois pela Copa Sul-Americana.
O time ocupa a 13ª colocação com 13 pontos, estando três acima do Cruzeiro, primeiro time na zona de rebaixamento. No torneio internacional, a equipe ainda não venceu depois de duas rodadas.
O ge mostra alguns pontos que ajudam a explicar a fase instável.
A sequência do Vasco
Coritiba 1 x 1 Vasco
Vasco 1 x 2 Botafogo
Barracas Central 0 x 0 Vasco
Remo 1 x 1 Vasco
Vasco 1 x 2 Audax Italiano
Pontaria
O Vasco segue criando chances e chegando ao ataque com relativa frequência nas partidas, mas a equipe peca em várias oportunidades perto do gol. Contra o Botafogo, Tchê Tchê desperdiçou chance clara; diante do Remo, foi Rojas quem finalizou em cima do goleiro Marcelo Rangel em oportunidade que praticamente daria a vitória ao time carioca.
Bola aérea
Dos seis gols levados pelo Vasco nesses cinco jogos, quatro tiveram origem em cruzamentos – sejam em lances de bola rolando ou oportunidades de bola parada. A equipe ainda não se organizou totalmente na questão da bola aérea, um calcanhar de Aquiles desde o período de Fernando Diniz.
Parte física
Ponto comentado com frequência por Renato Gaúcho, o Vasco encarou longas viagens no período. O time percorreu mais de 6.000 km entre as viagens para Curitiba e Belém nesse começo de mês para os compromissos fora de casa no Brasileirão.
O técnico já deixou claro que poupará jogadores na Sul-Americana porque a prioridade é a competição nacional. O time entrou com equipes reservas nos jogos contra Barracas Central e Audax Italiano.
O Vasco volta aos gramados às 18h30 deste sábado, em São Januário, para enfrentar o São Paulo, em São Januário, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Fonte: ge




